Ao meu anjo protetor. Espírito luz que guia o meu caminho.

Oração ao anjo da Guarda:
Santo Anjo do Senhor,
Meu zeloso guardador,
Já que a ti me confiou
A piedade divina,
Sempre me rejas, guardes,
governes e ilumines.
Amém.

terça-feira, 20 de abril de 2010

A coragem



Evangelho segundo o espiritismo

“A coragem das opiniões própria sempre foi tida em grande estima entre os homens, porque há mérito em afrontar os perigos, as perseguições, as contradições e até os simples sarcasmos, aos quais se expõe, quase sempre, aquele que não teme proclamar abertamente idéias que não são a de toda a gente. Aqui como em tudo o merecimento é proporcional ás circunstâncias e a importância do resultado. Há sempre fraqueza em recuar alguém diante das conseqüências que lhe acarretara a sua opinião e em renegá-la: a casos em que isso constitui covardia tão grande, quanto fugir no momento do combate. Aqueles que, pondo a verdade acima de interesses materiais, a proclamam abertamente, trabalham pelo seu próprio futuro e pelo dos outro. Colheram os frutos da sua coragem ou da sua franqueza.”

Seu próprio futuro e pelo dos outros BM. A de se pensar nessas palavras, e pela verdade e só por ela, podemos ir adiante pela legalidade e não pelo desespero da causa supóstamante perdida, não teremos sustentação e perderemos o mérito agindo como homens sem futuro sem Deus sem nada.

Reynoso Silva

domingo, 18 de abril de 2010

Homenagem ao melhor amigo.





Hoje no dia do amigo, abro este espaço em homenagem um grande amigo, que a muito não vejo, mas que estamos sempre próximo pelos laços da amizade, e na pessoa dele a todos os amigos que tenho na passagem da vida.

Nélio essa é para você, o nosso ídolo Jimi Hendreix.

Reynoso Silva
Ruy

sábado, 17 de abril de 2010

O fora de Forma Histórico CBMERJ/EsBCS




Do impossível ao possível, no comando do então Diretor da DGEI CelBM Bento.

Reynoso Silva

O juramento Histórico CBMERJ/EsBCS




Reynoso Silva

Essa ficara na história do CBMERJ/EsBCS




Reynoso Silva

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Eles estão por ai fazendo das missões a sua vida




Só Formados no Processo APEL e Duque de Caxias São mais de 2000 mil.

Reynoso Silva

Homenagem ao saudoso Cel BM Sarmento




Deixo aqui a minha admiração e respeito a esse grande Bombeiro, que também olhou pelas crianças, tratando com zelo e seriedade a merenda escolar em todo o Estado do Rio de Janeiro, mas uma dentre suas grandes missões para o desenvolvimento do nosso estado e da grandeza do nosso CBMERJ.
Minha continência

Reynoso Silva Ten BM QOA/79

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pai BOMBEIRO da banho em filho BOMBEIRO




Espero que Deus permita-nos a fazer o mesmo com nossos filhos e netos.

ISSO È TRADIÇÃO

Reynoso Silva

BPC reconhecido e Habilitado pelo CBMERJ




Bombeiro Profissional Civil : : Conhecendo o Processo de Avaliação

Os candidatos à obtenção da Carteira de Habilitação para exercerem legalmente a atividade de Bombeiro Profissional Civil (BPC) passam por um processo de avaliação, coordenado pelo Centro de Instrução Especializada de Bombeiros (CIEB).
Tal avaliação, que tem como objetivo cumprir o estabelecido na Resolução nº 279 de 11 de janeiro de 2005, é aplicada de formas diferentes.
Os candidatos sem experiência comprovada devem submeter-se a exame teórico e outro prático. Já os que, comprovadamente, já exerceram, ou exercem, a atividade realizam apenas o chamado "Treinamento Específico" para reciclagem de seus conhecimentos.
Atenção: o candidato deve comprovar que exercia a atividade de BPC antes da publicação da Resolução SEDEC nº 279/05.

Reynos Silva

Bombeiros Civis são reconhecidos por lei




Para habilitação no CBMERJ/CIEB (http://www.cieb.cbmerj.rj.gov.br)

Os Bombeiros Civis são de grande apoio e a sua grandeza esta no tamanho do seu conhecimento, das diversificação das suas obrigações, quanto maior for os seus conhecimentos maior será a sua importância no cenário dos eventos. E atuam também como Bombeiros Voluntários.

Reynoso Silva

segunda-feira, 12 de abril de 2010

ORAÇÃO DOS BOMBEIROS




AOS HERÓIS TODA HONRA E TODA GLÓRIA.


Reynoso Silva

sábado, 10 de abril de 2010

Avantes Bombeiros



video


Reynoso Silva

Estado de calamidade publica por Emir Larangeiras Ten Cel /RR PM




Estado de Calamidade Pública II
Hiroshima Berlim

“A calamidade é ruim para o povo, mas boa para a sociedade.” (Erich Fromm)

A máxima atribuída ao psicólogo e escritor alemão seria inspirada em dois fatos históricos: o soerguimento da Alemanha após a II Grande Guerra e a reconstrução das cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki, ambas destruídas por bomba atômica no mesmo período belicoso. A lógica do estudioso pode parecer cruel, porém não passa de constatação da capacidade de o ser humano, atingido por extremo infortúnio, despertar-se do marasmo e realizar obras incríveis em pouco tempo.
Deixando as críticas de lado, mas aproveitando para insinuar que os que criticam a qualidade da fechadura o fazem depois da porta arrombada, com destaque para a mídia, que mais parece urubu se deliciando da carniça, unir esforços positivos é possível e necessário. Porque não adianta mais a troca de farpas em vista dos últimos e nefastos acontecimentos. Todos são responsáveis, estado e sociedade, cada qual por sua parcela de obrigações mal cumpridas ou descumpridas. Cobrar agora a culpa de alguém, em especial empurrando-a ao passado, não contribuirá para o soerguimento do Estado do Rio de Janeiro.
Hoje só se fala mal do prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, destacando-se como crítica ferina a sua fama de dormir até tarde sem considerar com clareza que ele é notívago e também trabalha até tarde. É questão de estilo e não de preguiça. Eu costumo dormir à tarde para escrever pela madrugada e nem por isso me sinto preguiçoso. Mas, em tendo razão a “voz do povo”, claro está que o prefeito acordará do seu suposto marasmo. Nem há como dormir hora alguma. Ele terá de fazer muito esforço para acordar do que seria o seu “berço esplêndido” conquistado nos seus mandatos anteriores em que Niterói mudou inegavelmente para melhor. E também não se pode deixar de relevar as alternâncias de poder, momento em que um novo governante sempre sente uma vontadezinha de desfazer ou descontinuar boas obras de adversários anteriores.
No caso da Cidade Maravilhosa, só os cegos, surdos, mudos e altistas não enxergam nem ouvem ou falam, ou então ignoram: há muito tempo, consecutivos governantes colocam mais glacê sobre o mesmo bolo apodrecido, pesando-o deveras e adiando seu desmoronamento no costado do seu sucessor. Essa tendência de maquiar a podridão do bolo com cobertura cheirosa vem de longe, e com o consentimento de políticos que se alternaram no poder, aliados ou adversários, todos seguindo a mesmíssima receita de um só bolo mofado e oculto em glacê branco como a neve.
O bolo desmoronou! A podridão aflorou como um tumor lancetado pela cansada mãe-natureza. Terão agora, os políticos detentores e não-detentores do poder, que repensar atitudes e comportamentos, de preferência silenciando ante as críticas e trabalhando dia e noite para confeccionar um bolo sadio. Para tanto, porém, deverão descobrir a receita, não sem antes jogar fora o bolorento passado. Para esta nova receita será necessário, de pronto, convocar ou pedir a ajuda de quem entende da confecção de bolos. Não adianta colocar na cozinha um confeiteiro improvisado. O tempo urge e só existe um confeiteiro capaz de formular uma receita condizente com a realidade da festa fúnebre que se instalou nas cidades cujos bolos “por fora bela viola, por dentro pão bolorento” ruíram definitivamente. Esse confeiteiro há de ser um especialista consagrado e testado em seus conceitos e práticas.
Ser humilde e responsável é preciso! Assumir para si as falhas sem recalcá-las ao passado será obrigatoriamente o primeiro passo. Os japoneses não soergueram suas cidades bombardeadas culpando os lançadores das bombas atômicas. Isto seria perder tempo. Afinal, o objetivo dos lançadores foi atingido e a guerra inventada pelos nipônicos (o bolo deles podre a alegrar a festa de Pearl Habor...) lhes custou uma acachapada derrota. Humildes, porém, os japoneses acordaram para a dura realidade a enfrentar e venceram o tempo e a desgraça soerguendo o país. Com a Alemanha não foi diferente: os alemães construíram um bolo gigantesco e se esqueceram da tábua (alicerce); fizeram-no sobre a mesa fixa e pesada e depois tiveram de carregá-la junto com o bolo aos locais de todas as festas, esquecendo-se dos esfaimados comensais que os aguardavam; aniversariaram a vitória antes do final da festa e tiveram também de tornar ao zero absoluto da humildade, e assim o povo germânico soergueu o país em tempo recorde, quase que inacreditável se compararmos a Alemanha destruída pela guerra com a de hoje.
Esses dois exemplos a escorar a máxima de Erich Fromm são bastantes. E não há como os governantes tupiniquins, hoje desmoralizados e sem palavras, tentar encontrá-las ou reencontrá-las para ludibriar o eleitor. Estava tudo podre por baixo dos panos de um cenário falsamente belo a esperar a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Mas, ao que tudo indica, Deus é efetivamente brasileiro: Ele nos deu a calamidade ruim para acordar a nossa sociedade de sua hipocrisia. E quase que o serviço divino foi completo. Somente não o foi porque Deus é bom: o PROJAC esteve mui próximo das destruidoras enchentes...
O recado está dado: não adianta construir cenários temporários para servir de fundo à falsificação da realidade com vistas a lucros financeiros; não adianta emprestar glamour às UPPs em morros que poderão desabar como bolos podres a qualquer momento. Nem mais convencerão a ninguém os PACs, PECs, PICs, POCs e PUCs... Agora é tudo realidade, cruel, que precisa de contrapartida igualmente real, e não de promessas de “casas-vidas” para quem perdeu não somente a casa, mas também o lar e a família. E nenhum discurso transferindo responsabilidades, – ou choradeira adrede programada, – vencerá o fato que se configura no Estado do Rio de Janeiro e se traduz, numa só palavra, no grande desafio desses atordoados governantes: vencer a tragédia. Ah, vai um conselho gratuito aos antes poderosos e entusiasmados e ora fragilizados governantes das calamidades: tal como interpretou as emoções da vida o artista Paulo Vanzolini, é passada a hora do “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.
Postado por Emir Larangeira às 14:39


Reynoso Silva

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Chegou a hora




Agora é com vocês BOMBEIRADA !!!


Reynoso Silva